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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

ESQUECIMENTO DO PASSADO





POR QUE O HOMEM ESQUECE DE SUAS VIDAS PASSADAS?

PORQUE SE O HOMEM RECORDASSE DOS SEUS ERROS, ÓDIOS, RANCORES E REMORSOS, ESSAS LEMBRANÇAS SERVIRIAM DE OBSTÁCULO PARA O SEU PROGRESSO. ALÉM DISSO, DIFICULTARIA O NOSSO RELACIONAMENTO SOCIAL, POIS FICARÍAMOS PERTURBADOS DIANTE DAS PESSOAS A QUEM OFENDEMOS OU POR QUEM FOMOS OFENDIDOS.

- QUE MEIOS DEUS NOS CONCEDE PARA CORRIGIR AS FALHAS DAS VIDAS ANTERIORES?

DEUS NOS DÁ A VOZ DA CONSCIÊNCIA E NOSSAS TENDÊNCIAS INSTINTIVAS, E NOS TIRA O QUE PODERIA PREJUDICAR EM NOSSO ADIANTAMENTO: AS LEMBRANÇAS DO PASSADO.

- É POSSÍVEL SABER EM QUE PONTO FALHAMOS EM OUTRAS EXISTÊNCIAS?

SIM. SE BEM QUE NA MAIORIA DAS VEZES NOS É VEDADO SABER O ERRO QUE COMETEMOS; AS MÁS TENDÊNCIAS NOS INDICAM O TIPO DE FRAQUEZA MORAL QUE NOS INDUZIU À QUEDA: O ORGULHO, A VAIDADE, O EGOÍSMO, A AMBIÇÃO OU ATÉ MESMO A GULA.

- PODEMOS TIRAR PROVEITO DAS MÁS TENDÊNCIAS?

SIM. RECONHECENDO-AS E DEIXANDO QUE A VOZ DA CONSCIÊNCIA NOS MOSTRE COMO CORRIGÍ-LAS.

- O ESQUECIMENTO DO PASSADO É PERMANENTE?

NÃO. SOMENTE NA VIDA CORPÓREA É QUE ESQUECEMOS O QUE FOMOS. A LEMBRANÇA É RECOBRADA QUANDO O ESPÍRITO SE LIBERTA DO CORPO, PELO DESENCARNE, OU DURANTE O SONO, QUANDO ELE CONSEGUE TER UMA LIBERDADE RELATIVA.

(Roteiro Sistematizado Para o Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo)


KÁTIA BANDEIRA

domingo, 28 de outubro de 2012

EXPIAÇÃO E PROVA


- QUAL A DIFERENÇA ENTRE EXPIAÇÃO E PROVA?

A EXPIAÇÃO É CORREÇÃO IMPOSTA AO ESPÍRITO, PROVOCANDO-LHE QUASE SEMPRE QUEIXUMES, DESESPEROS, REVOLTA. PROVA É UMA TAREFA, UMA MISSÃO MARCADA PELO SOFRIMENTO, QUE O ESPÍRITO PEDE PARA APERFEIÇOAR-SE.

- COMO PODEMOS APLICAR ESTA LIÇÃO EM NOSSA VIDA?

ENFRENTANDO NOSSAS TRIBULAÇÕES SEM REVOLTA, COM RESIGNAÇÃO E PACIÊNCIA, CERTOS DE QUE A JUSTIÇA DIVINA NÃO NOS DEIXARIA SOFRER SEM UMA CAUSA; E TENTANDO FAZER DO SOFRIMENTO UMA FONTE DE PURIFICAÇÃO E PROGRESSO ESPIRITUAL.

(Roteiro Sistematizado Para o Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo)

 Kátia Bandeira

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O valor do perdão







Sabemos da importância do perdão das ofensas, mas a dificuldade está justamente em perdoar o ofensor. Muitas vezes confundimos perdão com esquecimento o que torna a prática do perdão algo simplesmente impossível de se realizar, pois é impossível esquecer. Perdoar não é esquecer, mas revidar o mal com o bem. Só perdoa quem se sente ofendido; só pede perdão quem age como ofensor. Fora disto, o perdão é desnecessário. Seremos hipócritas se dissermos que não temos o que perdoar, pois em nosso estágio evolutivo o perdão é um exercício constante. A necessidade de perdoar não está somente em graves ofensas, mas simplesmente em enfrentarmos as diferenças no lar, entre cônjuges e filhos, irmãos e amigos. Respeitar as diferenças é um ato de perdão; agir com paciência também. Tudo aquilo que esteja relacionado com a aceitação do próximo é um exercício de perdão e ao tomarmos consciência disso, podemos estender o perdão a fatores de maior gravidade. O perdão não consiste em amar as pessoas, mas em não revidar contra elas. Se não pensam como nós, daremos passagem; se se trata de uma relação, analisaremos se o que a pessoa representa para nós é maior do que o ato que solicita o perdão. É a métrica mais precisa que haverá de sinalizar para nós o valor das nossas relações e preservar a nossa paz.

Por: André Ariovaldo

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

ANTE A JUVENTUDE - QUE É SER REALMENTE JOVEM?



“Jovens há que envelheceram nos compromissos negativos e não podem recomeçar, amargurados e amargurantes como se encontram”. 

Enquanto outros, idosos, estão rejuvenescidos pelo ideal que esposam sem envelhecerem na caducidade dos propósitos em que insistem.

Corpo jovem não indica posição ideal da vida, antes é compromisso para com a própria evolução.

Espíritos amadurecidos no bem, em se emboscando nos corpos, refletem na indumentária de que se utilizam para avançar as condições de equilíbrio e sensatez, com que impulsionam a máquina do progresso."

("Florações Evangélicas", Joanna de Angelis - Divaldo Franco)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

PARA PAIS, FAMILIARES, EVANGELIZADORES E TODOS QUE TRABALHAM NA EDUCAÇÃO INFANTIL (Do livro “ESPIRITISMO PARA AS CRIANÇAS” - Cairbar Schutel)




O que é a Oração?
A oração é a elevação da nossa alma para Deus: é por ela que entramos em comunicação com Ele e dele nos aproximamos.

Deus atende àqueles que oram com fé e fervor?
Deus envia-lhes sempre bons Espíritos para os auxiliarem.

Existem fórmulas especiais de orações?
Não. A divindade pouco se preocupa com as fórmulas; as intenções do suplicante é que fazem peso na balança da Bondade Divina.

Por que então existem, mesmo no Espiritismo, orações ditadas por Espíritos e que foram publicadas em livros?
Para ensinar os homens a raciocinar quando se dirigem a Deus e fazê-lo não só por meio de palavras, como também pelo sentimento e com inteligência.

Então essas fórmulas não compõem um ritual?
O Espiritismo não tem ritual nem formalismo. O intuito dos Espíritos, dando-nos uma coleção de Preces, é nos oferecer um modelo de como deve ser feita a Prece, sem que por isso se restrinjam às palavras escritas. É, ainda mais, como se disse, tornar a Oração inteligente e compreendida, e dar o sentido da petição que devemos fazer ao Supremo Criador, para aprendermos a pedir o que nos convém e o que nos é útil.

A Oração é agradável a Deus?
Sim, porque é um ato de humildade, é o reconhecimento das nossas fraquezas e da nossa inferioridade, evocando o auxílio dos Poderes Superiores, sempre solícitos em atender aos nossos rogos.

O que dizer das orações repetidas inúmeras vezes?
Já dissemos que a bondade de Deus não está voltada para as fórmulas e o número de palavras, mas sim para as intenções de quem ora. As intermináveis ladainhas, as “Ave Marias” e “Padre Nossos”, repetidos 5 ou 7 vezes, as rezas pronunciadas com os lábios, que o coração não sente e a inteligência não compreende, não têm valor perante Deus. Jesus disse: “Não vos assemelheis aos hipócritas que pensam que pelo muito falar serão ouvidos”. O essencial é orar bem e não muito.

Por quem devemos orar?
Por nós mesmos, por nossos parentes, pelos nossos amigos e inimigos deste e do outro Mundo; devemos orar pelos que sofrem e por aquele por quem ninguém ora.


Kátia Bandeira

domingo, 14 de outubro de 2012

DEUS OUVE NOSSAS PRECES




PERGUNTA: Nas preces, tenho a impressão que Deus não a ouve. Por quê? Seria falta de fé?

Se você está esperando uma manifestação ostensiva, como uma voz que respondesse às suas preces ou objetos que se movimentem, isto, realmente, não vai acontecer, porque, caso aconteça, não é uma ação de Deus e sim, de espíritos, que pretendem ajudá-la.

Deus ouve sim as nossas preces sinceras, humildes e nos responde através dos acontecimentos da vida, embora, não do modo que pretendemos, nem no espaço de tempo que queremos.

Às vezes, desesperados, queremos uma solução imediata para o problema que nos aflige e aparentemente não recebemos nenhuma resposta. Entretanto, a resposta pode estar no próprio problema.

Veja este exemplo: pedimos a Deus a cura de uma enfermidade grave e nada acontece; pode ser que a doença seja a verdadeira cura, não para um corpo que poderá viver mais alguns anos, mas para o espírito imortal que viverá para sempre. Todas as vezes que algo grave, como enfermidades, nos atingir, ou crises financeiras, pode ter a certeza que a enfermidade ou o problema está tentando nos ensinar alguma coisa. Precisamos ficar atentos para aprender.

Outra coisa importante de ser lembrada, é que estamos condicionados a orar para pedir e nos esquecemos de orar para agradecer ou para louvar. Não que Deus precise das nossas louvações, porém, será bom para nós mesmos, o reconhecimento de um ser superior que nos ama e protege.

Outra observação é a de transformar as preces em ação, trabalho, realização em favor da vida e do próximo. Uma última observação: quando você for orar, recolha-se em seu quarto, isto, em seu coração. Faça silêncio e vai ouvir o murmúrio de Deus através da própria natureza que te cerca.

(Portal do Espírito)

Kátia Bandeira

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Amanhã, dia 03 de Outubro é aniversário de Allan Kardec





HIPPOLYTE LÉON-DENIZARD RIVAIL (ALLAN KARDEC) - Allan Kardec nasceu Hippolyte Léon-Denizard Rivail, em 03 de Outubro de 1804 em Lyon, França, no seio de uma antiga família de magistrados e advogados. Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdum, Suíça, tornou-se um de seus discípulos mais eminentes.
Foi membro de várias sociedades sábias, entre as quais a Academie Royale d'Arras. De 1835 à 1840, fundou em seu domicílio cursos gratuitos, onde ensinava química, física, anatomia comparada, astronomia, etc.
Dentre suas inúmeras obras de educação, podemos citar: "Plano proposto para a melhoria da instrução pública" (1828); "Curso prático e teórico de aritmética (Segundo o método de Pestalozzi)", para uso dos professores primários e mães de família (1829); "Gramática Francesa Clássica" (1831); "Programa de cursos usuais de química, física, astronomia, fisiologia"(LYCÉE POLYMATIQUE); "Ditado normal dos exames da Prefeitura e da Sorbonne", acompanhado de "Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas (1849).
Por volta de 1855, desde que duvidou das manifestações dos Espíritos, Allan Kardec entregou-se a observações perseverantes sobre esse fenômeno, e, se empenhou principalmente em deduzir-lhe as conseqüências filosóficas.
Nele entreviu, desde o início, o princípio de novas leis naturais; as que regem as relações do mundo visível e do mundo invisível; reconheceu na ação deste último uma das forças da Natureza, cujo conhecimento deveria lançar luz sobre uma multidão de problemas reputados insolúveis, e compreendeu-lhe a importância do ponto de vista religioso.
As suas principais obras espíritas são: "O Livro dos Espíritos", para a parte filosófica, e cuja primeira edição surgiu em 18 de Abril de 1857; "O Livro dos Médiuns", para a parte experimental e científica (Janeiro de 1861); "O Evangelho Segundo o Espiritismo", para a parte moral (Abril de 1864); "O Céu e o Inferno", ou "A Justiça de Deus segundo o Espiritismo" (Agosto de 1865); "A Gênese, os Milagres e as Predições (Janeiro de 1868); "A Revista Espírita", jornal de estudos psicológicos.
Allan Kardec fundou em Paris, a 1º de Abril de 1858, a primeira Sociedade Espírita regularmente constituída, sob o nome de "Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas".
Casado com Amélie Gabrielle Boudet, não teve filhos.
Trabalhador infatigável, desencarnou no dia 31 de março de 1869, em Paris, da maneira como sempre viveu: trabalhando. ("Obras Póstumas", Biografia de Allan Kardec, edição IDE)