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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Passe Espirita




O Passe Espírita, ou Fluido terapia, como é
também conhecido, é uma transfusão de
certa quantidade de energias fluídicas
vitais (psíquicas) ou espirituais, utilizando-se
a imposição das mãos, com o propósito de
atuar em nível perispiritual, usada e
ensinada por Jesus, como se vê nos
Evangelhos.
 Origina-se das práticas de cura
do Cristianismo Primitivo.
Há pessoas (médiuns passistas) que tem
uma capacidade maior de absorção e
armazenamento dessas energias que
emanam do Fluido Cósmico Universal e da
própria intimidade do Espírito. Tal
capacidade as coloca em condições de
transmitirem essas energias a outras
criaturas que eventualmente estejam
necessitando.
 A aglutinação dessa força se
faz automaticamente e também, atendendo
ao apelo do médium passista (prece) que
então municiado dessa carga, transmite de
suas mãos em discretos movimentos.


Publicado pela minha amiga Katia Bandeira
 Luz de Uma Nova Era.


quarta-feira, 28 de novembro de 2012





Prezados e amados irmãos resolvi hoje escrever um pouquinho primeiro para desculpar-me  pois, tenho postado pouco em meu querido Blog não tenho estado muito bem de saúde este é motivo, e gostaria de deixar aqui registrado da minha alegria em ter conhecido  embora virtual duas pessoas maravilhosas que estão fazendo a diferença na minha vida  nos momentos difíceis com mensagens e palavras de muito amor e fé no mestre Jesus são elas Kátia Bandeira e Maria de Fátima Cerqueira Cerqueira.
Espero um dia poder conhecer pessoalmente essas duas amigas e irmãs, em Jesus nosso mestre maior.
Deixo aqui um abraço fraterno a todos!!! Com meu carinho Vera Freire Palma

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Prece pela Paz




Jesus e Mestre, peço hoje pela paz, porque sem ela todas as realizações
 são ínfimas, senão impossíveis...

Peço pela paz no mundo, para que algumas nações desistam de milenares lutas fraticidas e que tanta insegurança e temor tem levado aos povos que vivem e trabalham pacificamente!...

Peço pela paz interna em todos os países do planeta, para que o progresso e a felicidade possam desenvolver-se plenamente, auxiliando e melhorando a vida em geral!...

Peço pela paz nas grandes cidades do mundo, foco centralizador realizações nobres e pioneiras, mas que tem gerado igualmente múltiplos problemas sociais devido às desigualdades gritantes dentro de seus limites geográficos!...

Peço pela paz nos bairros, germinadores de reaproximações, provações e resgates, e onde fazes renascer imenso número de espíritos a buscar, pela similaridade de pensamentos, os mesmos objetivos pelos quais se reuniam no mundo espiritual!...

Peço pela paz nas casas, para que os corações reunidos nos sagrados laços familiares, se compreendam, se auxiliem mutuamente e juntos conquistem a harmonia afetuosa, pura e inalterável!...

Peço, finalmente, Senhor, a paz individual, a paz íntima para todos nós, porque toda e qualquer condição existencial no Universo principia, invariavelmente, dentro de cada ser, perfazendo enfim um todo, e que produz o bem ou o mal, conforme as inclinações gerais!
Assim seja!

André Luiz, IDEAL André

sábado, 17 de novembro de 2012

PARA PAIS, FAMILIARES, EVANGELIZADORES E TODOS QUE TRABALHAM NA EDUCAÇÃO INFANTIL (Do livro “ESPIRITISMO PARA AS CRIANÇAS” - Cairbar Schutel)







O que é a Oração?
A oração é a elevação da nossa alma para Deus: é por ela que entramos em comunicação com Ele e dele nos aproximamos.

Deus atende àqueles que oram com fé e fervor?
Deus envia-lhes sempre bons Espíritos para os auxiliarem.

Existem fórmulas especiais de orações?
Não. A divindade pouco se preocupa com as fórmulas; as intenções do suplicante é que fazem peso na balança da Bondade Divina.

Por que então existem, mesmo no Espiritismo, orações ditadas por Espíritos e que foram publicadas em livros?
Para ensinar os homens a raciocinar quando se dirigem a Deus e fazê-lo não só por meio de palavras, como também pelo sentimento e com inteligência.

Então essas fórmulas não compõem um ritual?
O Espiritismo não tem ritual nem formalismo. O intuito dos Espíritos, dando-nos uma coleção de Preces, é nos oferecer um modelo de como deve ser feita a Prece, sem que por isso se restrinjam às palavras escritas. É, ainda mais, como se disse, tornar a Oração inteligente e compreendida, e dar o sentido da petição que devemos fazer ao Supremo Criador, para aprendermos a pedir o que nos convém e o que nos é útil.

A Oração é agradável a Deus?
Sim, porque é um ato de humildade, é o reconhecimento das nossas fraquezas e da nossa inferioridade, evocando o auxílio dos Poderes Superiores, sempre solícitos em atender aos nossos rogos.

O que dizer das orações repetidas inúmeras vezes?
Já dissemos que a bondade de Deus não está voltada para as fórmulas e o número de palavras, mas sim para as intenções de quem ora. As intermináveis ladainhas, as “Ave Marias” e “Padre Nossos”, repetidos 5 ou 7 vezes, as rezas pronunciadas com os lábios, que o coração não sente e a inteligência não compreende, não têm valor perante Deus. Jesus disse: “Não vos assemelheis aos hipócritas que pensam que pelo muito falar serão ouvidos”. O essencial é orar bem e não muito.

Por quem devemos orar?
Por nós mesmos, por nossos parentes, pelos nossos amigos e inimigos deste e do outro Mundo; devemos orar pelos que sofrem e por aquele por quem ninguém ora.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Finados - na visão Espírita






O dia de finados é uma lembrança que a vida não acaba após a morte do corpo físico. E não deve ser motivo de tristeza, e sim de relembrar momentos bons, e acreditar que não existe um "adeus" e sim um "até logo".

História - Com a ascensão da Igreja Católica, na época Romana, à categoria de religião oficial, no reinado de Constantino Magno no ano de 321, houve que faze
r cedências e assimilar a cultura latina e a de outros povos que praticavam rituais e procediam a festivais nos cemitérios, em homenagem aos antepassados.

A partir do século XIII, a Igreja instituiu o dia 2 de Novembro como o Dia de Finados.

Um pouco por todo o lado este culto é praticado, apenas variando nas datas: na China comemora-se o Festival do Fantasma Faminto durante o Outono; no Japão o Festival das Lanternas (Obon) acontece entre 13 e16 de Julho; mesmo o termo Halloween parece ser uma corrupção do termo católico “Dia de Todos os Santos”, praticado nos festivais dos antigos povos celtas na Irlanda, cujo Verão terminava a 31 de Outubro.

Visão Espírita

No Espiritismo não há um dia especifico para recordar e homenagear os entes queridos, pois todos os dias do ano são bons para o fazermos e eles, que continuam vivos, embora noutra dimensão, agradecem as nossas lembranças sinceras, qualquer que seja o local onde elas se dêem.

Se estiverem felizes, regozijar-se-ão com o amor que lhes dedicamos e com a saudade que sentimos; se ainda se encontrarem algo perturbados (por desencarne recente ou violento, por exemplo), mais reconhecidos ficarão, pois a nossa prece lhes levará consolo e alívio, abrindo janelas luminosas para o auxílio que se lhes faz necessário.

Pouco se importarão se os visitamos ou não nos cemitérios, pois sabem que aí apenas se encontram os despojos carnais que lhes serviram para mais uma etapa de evolução e que, causa de sofrimento nos derradeiros tempos, abandonaram com alegria. Se lá comparecem é para mais um reencontro com os que ainda se encontram na terra e que mantêm o culto das sepulturas.

Se queremos homenagear o nosso “ente queridos falecidos”, recordemo-los nos momentos bons e troquemos uma ida ao cemitério, ou mais uma missa, por uma ação caridosa em seu nome e isso lhes será mais útil e recebido como uma prova do amor que lhes continuamos a dedicar. Até um novo reencontro, pleno de alegria.

Vejamos o que nos dizem os Espíritos, através de Kardec:

321. O dia da comemoração dos mortos é, para os Espíritos, mais solene do que os outros dias? Apraz-lhes ir ao encontro dos que vão orar nos cemitérios sobre seus túmulos?

“Os Espíritos acodem nesse dia ao chamado dos que da Terra lhes dirigem seus pensamentos, como o faz noutro dia qualquer.”

a) - Mas o de finados é, para eles, um dia especial de reunião junto de suas sepulturas?

“Nesse dia, em maior número se reúnem nas necrópoles, porque então também é maior, em tais lugares, o das pessoas que os chamam pelo pensamento.

323. A visita de uma pessoa a um túmulo causa maior contentamento ao Espírito, cujos despojos corporais aí se encontrem, do que a prece que por ele faça essa pessoa em sua casa?
“Aquele que visita um túmulo apenas manifesta, por essa forma, que pensa no Espírito ausente. A visita é a representação exterior de um fato íntimo. Já dissemos que a prece é que santifica o ato da rememoração. Nada importa o lugar, desde que é feita com o coração.”

“ O Livro dos Espíritos “
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É bom lembrar...

Que não devemos julgar para não sermos julgados. Esse texto foi retirado de uma revista, achei muito interessante e espero que tenham gostado. E me desculpe se ofendi a crença ou as ideias de alguém, não foi minha intenção, apenas quis mostrar o que a Doutrina Espírita e o pensamento espírita diz sobre isso.

Lembremos também que, quando a pessoa vai aos cemitérios, entregam flores, velas, orações, santinhos, copos d'água, entre outros, a pessoa entrega com enorme amor no coração, ela muita das vezes faz uma prece com mais calor vendo o que está sendo presenteado. Essa é a força do pensamento. Não que seja necessário vela, flores, mas a pessoa ao entrar em contato com as velas, flores entre outros, fixa a mente nisso e com certeza mantém um contato com o espírito querido.

Visão Espírita respeitando a todas as crenças.

GRUPO DE ESTUDOS AMIGOS DE CHICO XAVIER

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

ESQUECIMENTO DO PASSADO





POR QUE O HOMEM ESQUECE DE SUAS VIDAS PASSADAS?

PORQUE SE O HOMEM RECORDASSE DOS SEUS ERROS, ÓDIOS, RANCORES E REMORSOS, ESSAS LEMBRANÇAS SERVIRIAM DE OBSTÁCULO PARA O SEU PROGRESSO. ALÉM DISSO, DIFICULTARIA O NOSSO RELACIONAMENTO SOCIAL, POIS FICARÍAMOS PERTURBADOS DIANTE DAS PESSOAS A QUEM OFENDEMOS OU POR QUEM FOMOS OFENDIDOS.

- QUE MEIOS DEUS NOS CONCEDE PARA CORRIGIR AS FALHAS DAS VIDAS ANTERIORES?

DEUS NOS DÁ A VOZ DA CONSCIÊNCIA E NOSSAS TENDÊNCIAS INSTINTIVAS, E NOS TIRA O QUE PODERIA PREJUDICAR EM NOSSO ADIANTAMENTO: AS LEMBRANÇAS DO PASSADO.

- É POSSÍVEL SABER EM QUE PONTO FALHAMOS EM OUTRAS EXISTÊNCIAS?

SIM. SE BEM QUE NA MAIORIA DAS VEZES NOS É VEDADO SABER O ERRO QUE COMETEMOS; AS MÁS TENDÊNCIAS NOS INDICAM O TIPO DE FRAQUEZA MORAL QUE NOS INDUZIU À QUEDA: O ORGULHO, A VAIDADE, O EGOÍSMO, A AMBIÇÃO OU ATÉ MESMO A GULA.

- PODEMOS TIRAR PROVEITO DAS MÁS TENDÊNCIAS?

SIM. RECONHECENDO-AS E DEIXANDO QUE A VOZ DA CONSCIÊNCIA NOS MOSTRE COMO CORRIGÍ-LAS.

- O ESQUECIMENTO DO PASSADO É PERMANENTE?

NÃO. SOMENTE NA VIDA CORPÓREA É QUE ESQUECEMOS O QUE FOMOS. A LEMBRANÇA É RECOBRADA QUANDO O ESPÍRITO SE LIBERTA DO CORPO, PELO DESENCARNE, OU DURANTE O SONO, QUANDO ELE CONSEGUE TER UMA LIBERDADE RELATIVA.

(Roteiro Sistematizado Para o Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo)


KÁTIA BANDEIRA

domingo, 28 de outubro de 2012

EXPIAÇÃO E PROVA


- QUAL A DIFERENÇA ENTRE EXPIAÇÃO E PROVA?

A EXPIAÇÃO É CORREÇÃO IMPOSTA AO ESPÍRITO, PROVOCANDO-LHE QUASE SEMPRE QUEIXUMES, DESESPEROS, REVOLTA. PROVA É UMA TAREFA, UMA MISSÃO MARCADA PELO SOFRIMENTO, QUE O ESPÍRITO PEDE PARA APERFEIÇOAR-SE.

- COMO PODEMOS APLICAR ESTA LIÇÃO EM NOSSA VIDA?

ENFRENTANDO NOSSAS TRIBULAÇÕES SEM REVOLTA, COM RESIGNAÇÃO E PACIÊNCIA, CERTOS DE QUE A JUSTIÇA DIVINA NÃO NOS DEIXARIA SOFRER SEM UMA CAUSA; E TENTANDO FAZER DO SOFRIMENTO UMA FONTE DE PURIFICAÇÃO E PROGRESSO ESPIRITUAL.

(Roteiro Sistematizado Para o Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo)

 Kátia Bandeira

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O valor do perdão







Sabemos da importância do perdão das ofensas, mas a dificuldade está justamente em perdoar o ofensor. Muitas vezes confundimos perdão com esquecimento o que torna a prática do perdão algo simplesmente impossível de se realizar, pois é impossível esquecer. Perdoar não é esquecer, mas revidar o mal com o bem. Só perdoa quem se sente ofendido; só pede perdão quem age como ofensor. Fora disto, o perdão é desnecessário. Seremos hipócritas se dissermos que não temos o que perdoar, pois em nosso estágio evolutivo o perdão é um exercício constante. A necessidade de perdoar não está somente em graves ofensas, mas simplesmente em enfrentarmos as diferenças no lar, entre cônjuges e filhos, irmãos e amigos. Respeitar as diferenças é um ato de perdão; agir com paciência também. Tudo aquilo que esteja relacionado com a aceitação do próximo é um exercício de perdão e ao tomarmos consciência disso, podemos estender o perdão a fatores de maior gravidade. O perdão não consiste em amar as pessoas, mas em não revidar contra elas. Se não pensam como nós, daremos passagem; se se trata de uma relação, analisaremos se o que a pessoa representa para nós é maior do que o ato que solicita o perdão. É a métrica mais precisa que haverá de sinalizar para nós o valor das nossas relações e preservar a nossa paz.

Por: André Ariovaldo

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

ANTE A JUVENTUDE - QUE É SER REALMENTE JOVEM?



“Jovens há que envelheceram nos compromissos negativos e não podem recomeçar, amargurados e amargurantes como se encontram”. 

Enquanto outros, idosos, estão rejuvenescidos pelo ideal que esposam sem envelhecerem na caducidade dos propósitos em que insistem.

Corpo jovem não indica posição ideal da vida, antes é compromisso para com a própria evolução.

Espíritos amadurecidos no bem, em se emboscando nos corpos, refletem na indumentária de que se utilizam para avançar as condições de equilíbrio e sensatez, com que impulsionam a máquina do progresso."

("Florações Evangélicas", Joanna de Angelis - Divaldo Franco)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

PARA PAIS, FAMILIARES, EVANGELIZADORES E TODOS QUE TRABALHAM NA EDUCAÇÃO INFANTIL (Do livro “ESPIRITISMO PARA AS CRIANÇAS” - Cairbar Schutel)




O que é a Oração?
A oração é a elevação da nossa alma para Deus: é por ela que entramos em comunicação com Ele e dele nos aproximamos.

Deus atende àqueles que oram com fé e fervor?
Deus envia-lhes sempre bons Espíritos para os auxiliarem.

Existem fórmulas especiais de orações?
Não. A divindade pouco se preocupa com as fórmulas; as intenções do suplicante é que fazem peso na balança da Bondade Divina.

Por que então existem, mesmo no Espiritismo, orações ditadas por Espíritos e que foram publicadas em livros?
Para ensinar os homens a raciocinar quando se dirigem a Deus e fazê-lo não só por meio de palavras, como também pelo sentimento e com inteligência.

Então essas fórmulas não compõem um ritual?
O Espiritismo não tem ritual nem formalismo. O intuito dos Espíritos, dando-nos uma coleção de Preces, é nos oferecer um modelo de como deve ser feita a Prece, sem que por isso se restrinjam às palavras escritas. É, ainda mais, como se disse, tornar a Oração inteligente e compreendida, e dar o sentido da petição que devemos fazer ao Supremo Criador, para aprendermos a pedir o que nos convém e o que nos é útil.

A Oração é agradável a Deus?
Sim, porque é um ato de humildade, é o reconhecimento das nossas fraquezas e da nossa inferioridade, evocando o auxílio dos Poderes Superiores, sempre solícitos em atender aos nossos rogos.

O que dizer das orações repetidas inúmeras vezes?
Já dissemos que a bondade de Deus não está voltada para as fórmulas e o número de palavras, mas sim para as intenções de quem ora. As intermináveis ladainhas, as “Ave Marias” e “Padre Nossos”, repetidos 5 ou 7 vezes, as rezas pronunciadas com os lábios, que o coração não sente e a inteligência não compreende, não têm valor perante Deus. Jesus disse: “Não vos assemelheis aos hipócritas que pensam que pelo muito falar serão ouvidos”. O essencial é orar bem e não muito.

Por quem devemos orar?
Por nós mesmos, por nossos parentes, pelos nossos amigos e inimigos deste e do outro Mundo; devemos orar pelos que sofrem e por aquele por quem ninguém ora.


Kátia Bandeira

domingo, 14 de outubro de 2012

DEUS OUVE NOSSAS PRECES




PERGUNTA: Nas preces, tenho a impressão que Deus não a ouve. Por quê? Seria falta de fé?

Se você está esperando uma manifestação ostensiva, como uma voz que respondesse às suas preces ou objetos que se movimentem, isto, realmente, não vai acontecer, porque, caso aconteça, não é uma ação de Deus e sim, de espíritos, que pretendem ajudá-la.

Deus ouve sim as nossas preces sinceras, humildes e nos responde através dos acontecimentos da vida, embora, não do modo que pretendemos, nem no espaço de tempo que queremos.

Às vezes, desesperados, queremos uma solução imediata para o problema que nos aflige e aparentemente não recebemos nenhuma resposta. Entretanto, a resposta pode estar no próprio problema.

Veja este exemplo: pedimos a Deus a cura de uma enfermidade grave e nada acontece; pode ser que a doença seja a verdadeira cura, não para um corpo que poderá viver mais alguns anos, mas para o espírito imortal que viverá para sempre. Todas as vezes que algo grave, como enfermidades, nos atingir, ou crises financeiras, pode ter a certeza que a enfermidade ou o problema está tentando nos ensinar alguma coisa. Precisamos ficar atentos para aprender.

Outra coisa importante de ser lembrada, é que estamos condicionados a orar para pedir e nos esquecemos de orar para agradecer ou para louvar. Não que Deus precise das nossas louvações, porém, será bom para nós mesmos, o reconhecimento de um ser superior que nos ama e protege.

Outra observação é a de transformar as preces em ação, trabalho, realização em favor da vida e do próximo. Uma última observação: quando você for orar, recolha-se em seu quarto, isto, em seu coração. Faça silêncio e vai ouvir o murmúrio de Deus através da própria natureza que te cerca.

(Portal do Espírito)

Kátia Bandeira

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Amanhã, dia 03 de Outubro é aniversário de Allan Kardec





HIPPOLYTE LÉON-DENIZARD RIVAIL (ALLAN KARDEC) - Allan Kardec nasceu Hippolyte Léon-Denizard Rivail, em 03 de Outubro de 1804 em Lyon, França, no seio de uma antiga família de magistrados e advogados. Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdum, Suíça, tornou-se um de seus discípulos mais eminentes.
Foi membro de várias sociedades sábias, entre as quais a Academie Royale d'Arras. De 1835 à 1840, fundou em seu domicílio cursos gratuitos, onde ensinava química, física, anatomia comparada, astronomia, etc.
Dentre suas inúmeras obras de educação, podemos citar: "Plano proposto para a melhoria da instrução pública" (1828); "Curso prático e teórico de aritmética (Segundo o método de Pestalozzi)", para uso dos professores primários e mães de família (1829); "Gramática Francesa Clássica" (1831); "Programa de cursos usuais de química, física, astronomia, fisiologia"(LYCÉE POLYMATIQUE); "Ditado normal dos exames da Prefeitura e da Sorbonne", acompanhado de "Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas (1849).
Por volta de 1855, desde que duvidou das manifestações dos Espíritos, Allan Kardec entregou-se a observações perseverantes sobre esse fenômeno, e, se empenhou principalmente em deduzir-lhe as conseqüências filosóficas.
Nele entreviu, desde o início, o princípio de novas leis naturais; as que regem as relações do mundo visível e do mundo invisível; reconheceu na ação deste último uma das forças da Natureza, cujo conhecimento deveria lançar luz sobre uma multidão de problemas reputados insolúveis, e compreendeu-lhe a importância do ponto de vista religioso.
As suas principais obras espíritas são: "O Livro dos Espíritos", para a parte filosófica, e cuja primeira edição surgiu em 18 de Abril de 1857; "O Livro dos Médiuns", para a parte experimental e científica (Janeiro de 1861); "O Evangelho Segundo o Espiritismo", para a parte moral (Abril de 1864); "O Céu e o Inferno", ou "A Justiça de Deus segundo o Espiritismo" (Agosto de 1865); "A Gênese, os Milagres e as Predições (Janeiro de 1868); "A Revista Espírita", jornal de estudos psicológicos.
Allan Kardec fundou em Paris, a 1º de Abril de 1858, a primeira Sociedade Espírita regularmente constituída, sob o nome de "Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas".
Casado com Amélie Gabrielle Boudet, não teve filhos.
Trabalhador infatigável, desencarnou no dia 31 de março de 1869, em Paris, da maneira como sempre viveu: trabalhando. ("Obras Póstumas", Biografia de Allan Kardec, edição IDE)

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO ESPIRITISMO




“O Espiritismo é uma doutrina dinâmica que não ficará estagnada, antes evoluirá juntamente com os usos e costumes da humanidade e se adaptará às novas necessidades. O emprego da Tecnologia da Informação que atualmente ocorre em todas as áreas do conhecimento humano também será utilizado em prol da difusão do Espiritismo. 

O Movimento Espírita não pode prescindir de utilizar todas as mídias disponíveis para difundir a Doutrina dos Espíritos. Kardec em seu tempo usou todos os recursos disponíveis para a Codificação (cartas, Livros, Revistas, Jornais e reuniões mediúnicas). O Espiritismo não foi criado para ser restrito apenas ao espaço físico de uma Casa Espírita. Ele foi criado para ser um conhecimento comum para toda humanidade sendo nosso dever levá-lo para o conhecimento geral. 

Em nossa tarefa de difusão da Doutrina Espírita devemos envidar todos os esforços possíveis utilizando todas as mídias: TV, Rádio, Cinema, Teatro, Transcomunicação Instrumental e toda a gama de recursos da Internet.

O e-book será importante sucessor do livro impresso multiplicando o conhecimento de forma mais democrática, rápida, ecologicamente correta e atingirá pessoas do mundo inteiro.

A psicodigitação será uma nova forma de apresentação do fenômeno mediúnico (que na verdade ocorre via pensamento). Dessa forma por meio das diversidades de apresentações a mediunidade com Jesus trará esclarecimento e consolo para as gerações futuras. O médium registrará a mensagem de nossos irmãos desencarnados diretamente no teclado do computador ou na tela touch screen do tablet.

A Casa Espírita Virtual será um posto auxiliar da espiritualidade que permitirá ao Espiritismo atender a grande demanda de pessoas que neste século XXI não se contentarão com as religiões tradicionais e que buscarão respostas racionais aos seus questionamentos.

No entanto, A Casa Espírita tradicional não se tornará obsoleta, pelo contrário, ela receberá com amor as pessoas que terão seu primeiro contato com a Doutrina pelos canais de comunicação. A Casa Espírita tradicional trabalhará em parceria com a Casa Espírita Virtual de forma que uma complementará as atividades da outra.”

(“A Tecnologia da Informação no Espiritismo”, Rodrigo Félix da Cruz)

domingo, 16 de setembro de 2012

AMIGOS ESPÍRITAS, AO LER ESTE INTERESSANTE E MUITO BEM COLOCADO TEXTO DE VÂNIA VASCONCELOS, RESOLVI COMPARTILHAR COM TODOS. ISTO PORQUE, COMO ESPÍRITA CONVICTA DESDE HÁ CERCA DE 30 ANOS, APRENDI COM A DOUTRINA A CULTIVAR A FÉ RACIOCINADA; E ISSO IMPLICA EM IR FUNDO NA ANÁLISE E ESTUDO DAS INFORMAÇÕES RECEBIDAS DO PLANO ESPIRITUAL, ASSIM COMO, RESPEITAR TODAS AS OPNIÕES E CONVICÇÕES SINCERAS E COM BONS PROPÓSITOS. POR ISSO, RECOMENDO A LEITURA ATENTA DO TEXTO ABAIXO (COM UM POUCO DE ESFORÇO PARA LEREM ATÉ O SEU FINAL) E, SE INTERESSAR A ALGUÉM, BUSCAR AS FONTES CITADAS E REALIZAR UMA BOa PESQUISA, ASSIM COMO EU MESMA VENHO FAZENDO. E QUE CADA UM DE NÓS TENHAMOS O RESPEITO MÚTUO COM AS DIVERGENTES POSIÇÕES QUE SURGIREM. OBRIGADA. (Kátia Bandeira



O TEXTO:

" E SE 21 DE DEZEMBRO DE 2012 TROUXER NOVIDADES?

Estamos nos aproximando da época em que várias profecias indicam que o fim do mundo chegará. Sabemos que o tempo de outras profecias semelhantes passou sem nada ocorrer e isso, naturalmente, torna as pessoas descrentes de que será diferente dessa vez, vivem suas vidas como sempre, despreocupadas do futuro da humanidade enquanto preocupam-se com o próprio sustento. No entanto, não foi apenas uma a fonte sugestiva de mudanças para esse fim de ano e os próximos, valendo a pena no mínimo refletir um pouco sobre o assunto.

O Espiritismo apoia a ideia de que o mundo não acabará. Nenhum espírita crê no fim do mundo material para já, entendendo as previsões diversas como avisos sobre o fim de uma era moral e o início de outra, o passo largo dado na direção do mundo de regeneração. Por isso mesmo, crendo em algo mais espiritual, os espíritas, em sua maioria, não estão receptivos em adentrar um pouco mais no tema, muitos temendo desviar da literalidade da codificação, outros tantos receando, apesar de interessados, parecer fanáticos e loucos, se mencionarem tema que virou tabu e motivo de chacota para certa cota da humanidade.


Mas, eu não posso calar diante de momento que entendo ser grave, jamais me perdoaria silenciar e ver, em ocorrendo algo, o despreparo das pessoas à minha volta, sabendo que poderia tê-las convidado a pensar e prepararem-se para o futuro, seja qual for. Minha ideia pessoal é de que a transição planetária exige mais do que um salto qualitativo espiritual da humanidade, exige uma renovação material da Terra, uma vez que ela faz sua própria elevação na escala dos mundos, de planeta de expiação para mundo de regeneração – até por que, ainda há pessoas que passam a vida adormecidas perante as condições espirituais, ignorando o que efetivamente vieram fazer aqui, e somente um grande abalo as tirará da inércia espiritual em que se colocaram.

DITO ISSO, indispensável para compreensão do resto, passo ao que interessa.

Sabe-se que o dia 21 de dezembro de 2012 se aproxima célere sob a égide das profecias de fim do mundo. Os mais famosos a mencionarem isso, a partir dos quais mais popularizou-se a ideia, foram os maias, embora recentemente se tenha configurado a nova interpretação de que eles não tratam do fim do mundo material, mas de uma era, marcada pelo retorno de um deus, o Bolon Yokte.

Mas, não somente os maias trataram da questão.
Podemos mencionar rapidamente outras referências, bíblicas, espíritas e de outras fontes:

– Apocalipse de João
– Edgar Cayce
– Nostradamus
– Chico Xavier
– Darryl Anka (canalizador) e Espírito Bashar (extraterreno)
– Divaldo Franco e Espírito Joanna de Angelis (Texto “A grande transição”)
– Divaldo Franco e Espírito Manoel Philomeno de Miranda (Livro “Transição Planetária”)
– André Luiz Ruiz e Espírito Lucius (Livro “No final da última hora”)

Estas menções não englobam todos os que têm procurado falar seriamente (pois há os sensacionalistas e aproveitadores também aqui) a respeito do assunto “nova era” planetária, e, por consequência, mencionam que teriam chegado os tempos em que a Terra sofrerá transformações de ordem moral e material.

Não entrarei em detalhes por serem desnecessários; no momento, menciono apenas que, segundo Chico Xavier, a humanidade terrena recebeu uma moratória a partir de 1969, que findará em 2019, na qual a espiritualidade fará de tudo para “manutenção da paz entre os povos e as nações terrestres, com a finalidade de colaborar para que nós ingressássemos mais rapidamente na comunidade planetária do Sistema Solar, como um mundo mais regenerado, ao final desse período”.

Paralelamente a isso, continua no ar a questão das profecias que, diz-se, terão ocorrência a partir de 21 de dezembro.

Pelo menos uma das previsões menciona três dias de escuridão. Isso poderia ocorrer com a Terra, que transita pelo universo com seu sistema, quando atravessasse o que se configurou chamar de “cinturão de fótons”. Leigamente falando, previu-se que essa travessia de algum modo ocorreria próximo ao meio de dezembro de 2012 e impactos no nosso mundo físico seriam sentidos.

Explicam místicos, ufólogos, canalizadores, estudiosos de áreas afins, que esses impactos seriam percebidos com uma impossibilidade temporária da luz solar atravessar esse cinturão, gerando “escuridão” por cerca de três dias; além disso, imagina-se que haverá prejuízos materiais junto a nossos satélites, impedindo seu funcionamento e de tudo que deles depende, como a retransmissão de sinais de dados (internet), televisão, rádio, e até telefone.

Considerando hipoteticamente que isso possa ocorrer, essa escuridão e a impossibilidade temporária de comunicação em geral, não é preciso ser profeta para imaginar o caos que haveria no planeta. Se, repito, se isso vier a ocorrer, não veríamos pessoas despreparadas, em pânico, pensando que de fato o fim dos tempos chegara, temendo Deus e sua implacável justiça? Pessoas em erro se veriam como pecadores desesperados, saindo às ruas enlouquecidos, talvez, pelo medo de um fatal julgamento final.

Não pretendo de modo algum dizer que isso tudo irá acontecer, mas pondero que se um evento qualquer ocorra confirmando tantas profecias, ele nos testará o equilíbrio espiritual, a fé, a bondade, a perseverança. Como espírita, creio que profecias foram permitidas por Deus para que mudássemos o futuro, elas mostram que fatos podem ocorrer se os mesmos comportamentos continuarem a ser aplicados. Creio que a humanidade mudou razoavelmente a ponto de, retomando as profecias de Chico Xavier, recebermos a moratória para que tivéssemos mais tempo de fazer algo por nosso progresso moral.

Mas, creio também que não mudamos da água para o vinho, e ainda seremos testados de algum modo quanto as nossas convicções morais. Penso que, qualquer que seja o nosso futuro, serão as pessoas corajosas e de mente aberta, convictas da bondade divina, os esteios morais daqui em diante, até o despertamento geral.

Essa longa explicação veio com objetivo de ajudar as pessoas a pensarem. Não aprecio o silêncio espírita a respeito das previsões, na simplicidade de encerrar o assunto dizendo que o mundo não acabará e ponto final. Há várias obras, incluindo as que mencionei antes, que tem insistido que o tema merece e precisa de atenção de todos nós, e que a rejeição em sintonizar mais fortemente com a Providência Divina para passar pelas dificuldades previstas e saltar para um mundo melhor, somente trará sofrimentos desnecessários.

Sugiro, portanto:

1. Não polemizar o tema, não fanatizar nem fazer sensacionalismo barato;

2. Preparar-se moralmente e materialmente, se quiser, para enfrentar a possibilidade de quaisquer efeitos que possam ocorrer nesse período;

3. Aumentar e manter a vigilância e oração, sendo esta não as palavras decoradas, mas a sintonia elevada em pensamentos de fé, confiança e afinidade com os muitos espíritos de alta hierarquia que estão assessorando a transição planetária;

4. Promover o otimismo confiante, o pensamento positivo, recordando que se há tempestade, após ela o céu limpa, o ar higieniza e a terra se vê preparada para nossas semeaduras;

ÀQUELES QUE CHEGAREM A LER ATÉ AQUI, se pensarem na mínima possibilidade de eu estar sendo instrumento, como tantos outros, do despertamento de indivíduos para a previdência, prudência, confiança e vigilância nos momentos que ainda restam de expiação na Terra, desejo que reajam com a superioridade moral de quem veio para fazer parte da solução, não para piorar o problema.

Podem, se o quiserem, compartilhar essas informações como sendo minha opinião pessoal (embora afirme que escrevi inspirada, após despertar de madrugada com insistente voz que dizia “escreva, não amanhâ, agora, escreva!”), não como ideia puramente doutrinária espírita, embora sem desvios do que o Espiritismo ensina.

Podem também, em desejando, pesquisar os nomes citados, mencionando-os junto ao tema “fim do mundo”, ou “2012”, cuidando para não dar ouvidos a informações sensacionalistas.

Por fim, aos espíritas e simpatizantes do Espiritismo, cuja responsabilidade é imensa pelos conhecimentos que possuem, incentivo à coragem de ousar assumir um posicionamento firme e amoroso perante esse assunto, bem como RECOMENDO incisivamente a leitura das duas obras que citei, de Divaldo e André Luiz Ruiz, para que possam mensurar o que está havendo no lado espiritual de nosso planeta na atualidade.

Que Deus nos ilumine!
Paz sempre.

By Vania Mugnato de Vasconcelos"

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Estresse e Espiritualidade





Para o grande público, estresse é uma situação psicologicamente agressiva que repercute no corpo. Este, porém, é apenas um dos aspectos do estresse, a sua versão psicossomática, há outros, porém, a serem considerados. Na verdade, o ser humano vive em estado de estresse permanente, bombardeado por fatores estressantes diversos - físicos, psico-emocionais, e espirituais - que lhe exigem constante adaptação ao mundo que o cerca.
Os fatores estressantes emocionais tanto podem ser tristes, como a morte de um ente querido, o desemprego, quanto felizes, como o sucesso do atleta ou as alegrias do reencontro - todos desencadeiam, do mesmo modo, os mecanismos e as conseqüências do estresse. O mesmo acontece em relação aos abalos nervosos, como no estado de cólera, medo, etc., assim como frente aos fenômenos físicos nocivos -frio, calor, fadiga, agentes tóxicos ou infecciosos, jejum, exercícios físicos exagerados, etc.
Na verdade, o estresse é a resposta não específica que o corpo dá a toda demanda que lhe é feita. Ele corresponde à interação entre uma força e a resistência do organismo a esta força. É o complexo agressão-reação.
Se a agressão é ocasionada por uma grande diversidade de fatores, a reação comporta uma parte idêntica, comum a todos os indivíduos, e uma parte própria de cada um, denominada "coping" ou aspecto específico da reação não específica.
A medicina hoje considera a doença como sendo a resultante da agressão mais a reação não específica, mais reação específica. Isto pode ser resumido em estresse mais coping. Desse modo, considera-se a originalidade própria das reações específicas ao agente estressor, superpostas às reações não específicas do estresse, criando a diversidade dos aspectos clínicos.
Em 1936, Hans Selye, descobridor do estresse, publicou os seus primeiros trabalhos sobre o assunto. Em 1950, descreveu a Síndrome Geral de Adaptação - Reação de Alarme, estágio de Resistência e de Exaustão - com seus aspectos bioquímicos e endócrinos, mostrando qual a reação não específica do organismo às agressões do mundo exterior. Para ele, a intensidade da demanda, a duração e a repetição determinam a resposta. E condiciona o bom ou o mau estresse à eficiência ou não da fase de adaptação. Para Selye, todo indivíduo tem um capital de energia biológica diferente e pode consumir suas reservas conforme tenha maus estresses.
Na reação de alarme, a primeira resposta do organismo ao estresse, entra em ação o sistema hipotálamo-simpático-adrenérgico que prepara o organismo para a luta ou fuga. Entram em jogo a adrenalina e a noradrenalina, com isso, há muita produção de glicogênio, taquicardia, respiração acelerada, concentração do sangue nos vasos principais e nos músculos estriados, inibição dos sistemas digestivo, sexual e imunológico.
Depois disso, outro sistema vai entrar em jogo, o hipotálamo - hipófiso-suprarrenal com produção de ACTH e corticóides.
Esses sistemas entram em funcionamento na fase de reação e o organismo pode sofrer esgotamento ou entrar na fase de exaustão, tendo como resultado final doença e morte. São inúmeras as doenças de adaptação, entre elas, hipertensão, úlcera, hemorróidas, ataques cardíacos, acidente vascular cerebral, diabetes, enxaqueca, etc.
Hoje, como avanço dos estudos, considera-se o sistema limbo-hipotálamo-hipófiso-suprarrenaliano (LHHS). Através do hipotálamo na zona parvocelular mediana do núcleo paraventricular (NPV), são liberados o CRF, o Fator de liberação corticotrófico (Corticotrophin Releasing Factor) e a Argenina Vasopressina (AVP) - que determinam a liberação de ACTH pela hipófise e esta o cortisol pela suprarrenal.
Com vemos, o estresse está ligado ao centro das emoções no hipotálamo, assim é importante o estudo de fatores como o medo, a raiva, etc, nos seus mecanismos e reações. Assim, quando o indivíduo sente raiva, por exemplo, é como se ele estivesse diante de um predador, de um perigo iminente e isto desencadeia a reação.
Como vimos, cada indivíduo tem uma reação específica frente ao estresse. Ele coloca suas estratégias de ajuste cognitivas e comportamentais, o "coping", para fazer face aos agentes estressores.
As pesquisas têm demonstrado que doenças como depressão estão absolutamente ligadas ao estresse. Investigação ampla, realizada em 52 países, da qual participou o dr. Alvaro Avezum, do Brasil, acerca dos fatores de risco da doença cardíaca, demonstrou que os psico-sociais entram em mais de 30% dos casos.
O estresse é o campo da medicina que reunifica corpo e alma. O seu estudo está, portanto, intimamente ligado à espiritualidade.
Segundo as lições espirituais dadas em 1947, no livro No Mundo Maior, o nosso cérebro tem três áreas distintas: a inicial, onde habita o automatismo e que está no plano subconsciente, a do córtex motor que engloba as conquistas do hoje e está na área do consciente e a dos lobos frontais que representam o ideal e a meta superiores e estão vinculados ao superconsciente. Esta classificação encontra respaldo no livro de Paul Maclean, de 1968, The Triune Brain in Evolution, que nos fala acerca dessas três regiões, afirmando que vemos o mundo através de três cérebros distintos.
Aprendemos também com os Instrutores Espirituais que somos seres em evolução. Quanto mais perto nos encontramos da animalidade mais agimos com instintos e sensações. Com o passar do tempo, e a evolução espiritual conseqüente, passamos a ter sentimentos, sendo o amor, o mais sublimado deles.
Se estamos escravizados aos instintos, a maneira pela qual fazemos face aos fatores estressantes é muito primitiva e resulta quase sempre em um mau estresse.
Aprendemos também que é preciso humildade para vencer a animalidade inferior. Infelizmente, porém, em nossas relações em sociedade e no lar estamos muito longe desse sentimento sublime que está intimamente ligado ao amor.
Assim, a fé é importante porque abre as portas do coração para sentir e viver o amor divino em nossas vidas. Através da oração, da meditação, da compreensão do valor da dor, temos a possibilidade de conhecermo-nos a nós mesmos e a reagirmos de forma mais equilibrada às tensões da existência humana. Compreendemos, igualmente, que é preciso treino para o perdão e para eliminação da raiva, da inveja, da mágoa e de outros sentimentos negativos.
A nossa busca da paz para viver no lar, no ambiente de trabalho, dentro da sociedade tem de ser centralizada em Jesus, o Médico da Almas, que afirmou ter a paz verdadeira para nos oferecer. Chico Xavier disse com muita sabedoria: "A paz em nós não resulta de circunstâncias externas e sim da nossa tranqüilidade de consciência no dever cumprido." Para vencer positivamente o estresse é preciso guardar a paz, tê-la como patrimônio. E esta pacificação interior que é responsável pelo sucesso do "Coping", só será uma conquista definitiva quando houver harmonia entre os três cérebros. Para isso, no entanto, é imprescindível não esquecer que é preciso fé em Deus e obediência às Suas Leis.

 Dra. Marlene Nobre é presidente da Associação Médico Espírita do Brasil e Internacional.




terça-feira, 11 de setembro de 2012




"O mau humor é um estado emocional que deveria fazer mal somente a quem o tem, mas por invigilância e simbiose de pensamentos algumas pessoas se permitem ser envolvidas nessa energia, desalinhando as próprias emoções e por consequência perdendo o norte dos objetivos..." (Elvis Kubo)

"Mágoas são feridas abertas que te ligam diretamente a que te magoou e somente serão cicatrizadas através da tua vontade de se libertar e ser feliz, o perdão nesse caso é o melhor remédio e traz a cura principalmente a quem perdoa..." (Elvis Kubo)

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Poema da Gratidão







Senhor Jesus, muito obrigada!
Pelo ar que nos dás,
Pelo pão que nos deste,
Pela roupa que nos veste,
Pela alegria que possuímos,
Por tudo de que nos nutrimos. 

Muito obrigada, pela beleza da paisagem,
Pelas aves que voam no céu de anil,
Pelas Tuas dádivas mil! 

Muito obrigada, Senhor!
Pelos olhos que temos...
Olhos que vêm o céu, que vêm a terra e o mar,
Que contemplam toda beleza!
Olhos que se iluminam de amor
Ante o majestoso festival de cor
Da generosa Natureza! 

E os que perderam a visão?
Deixa-me rogar por eles
Ao Teu nobre Coração!
Eu sei que depois desta vida,
Além da morte,
Voltarão a ver com alegria incontida... 

Muito obrigada pelos ouvidos meus,
Pelos ouvidos que me foram dados por Deus.
Obrigada, Senhor, porque posso escutar
O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.
Obrigada pelos ouvidos que registram:
A sinfonia da vida,
No trabalho, na dor, na lida...
O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,
As lágrimas doridas do mundo inteiro
E a voz longínqua do cancioneiro... 

E os que perderam a faculdade de escutar?
Deixa-me por eles rogar...
Eu sei que no Teu Reino voltarão a sonhar. 

Obrigada, Senhor, pela minha voz.
Mas também pela voz que ama,
Pela voz que canta,
Pela voz que ajuda,
Pela voz que socorre,
Pela voz que ensina,
Pela voz que ilumina...
E pela voz que fala de amor,
Obrigada, Senhor! 

Recordo-me, sofrendo, daqueles
Que perderam o dom de falar
E o teu nome sequer podem pronunciar!...
Os que vivem atormentados na afasia
E não podem cantar nem à noite, nem ao dia...
Eu suplico por eles
Sabendo que mais tarde,
No Teu Reino, voltarão a falar. 

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas
Alavancas da ação, do progresso, da redenção.
Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,
Pelas mãos que fazem ternura,
E que socorrem na amargura;
Pelas mãos que acarinham,
Pelas mãos que elaboram as leis
E pelas que as feridas cicatrizam
Retificando as carnes partidas,
A fim de diminuírem as dores de muitas vidas!
Pelas mãos que trabalham o solo,
Que amparam o sofrimento estancam lágrimas,
Pelas mãos que ajudam os que sofrem,
Os que padecem...
Pelas mãos que brilham nestes traços,
Como estrelas sublimes fulgindo nos meus braços! 

...E pelos pés que me levam a marchar,
Erecto, firme a caminhar,
Pés da renúncia que seguem
Humildes e nobres sem reclamar. 

E os que estão amputados, os aleijados,
Os feridos e os deformados,
Os que estão retidos na expiação
Por crimes praticados noutra encarnação,
Eu rogo por eles e posso afirmar
Que no Teu Reino, após a lida
Desta dolorosa vida,
Poderão bailar
E em transportes sublimes com os seus braços também afagar.
Sei que lá tudo é possível
Quando Tu queres ofertar,
Mesmo o que na Terra parece incrível! 

Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
O recanto de paz ou escola de amor,
A mansão de glória
Ou pequeno quartinho,
O palácio ou tapera, o tugúrio ou a casa de miséria!
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho e
Pelo lar que é meu...
Mas, se eu sequer
Nem um lar tiver
Ou teto amigo para me abrigar
Nem outra coisa para me confortar,
Se eu não possuir nada,
Senão as estradas e as estrelas do céu,
Como sendo o leito de repouso e o suave lençol,
E ao meu lado ninguém existir, vivendo e chorando sozinho ao léu...
Sem um alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor, porque te amo e sei que me amas,
Porque me deste a vida
Jovial, alegre, por Teu amor favorecida...
Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
...E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!

Autor:
Divaldo Pereira Franco ( médium )
Amélia Rodrigues ( espírito )



Após fazer o evangelho senti uma vontade imensa de postar uma mensagem de agradecimento por todas as bençoas recebidas pela força e coragem que me mantem forte.
Um abraço fraterno com todo meu carinho.
Vera Freire Palma


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

CARIDADE






Allan Kardec, o nobre mensageiro do Senhor, preocupado com o próprio e o comportamento dos indivíduos, buscando uma diretriz segura para evitar a intriga e outros desvios na convivência social, indagou aos Guias espirituais, conforme se lê na questão 886, de O Livro dos Espíritos:
-Qual o verdadeiro sentido da palavra  caridade, como a entendia Jesus?
E eles responderam com expressiva sabedoria:
Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.
Nessa resposta luminosa encontra-se todo um tratado de ética para o bem viver, ser feliz e contribuir para a alegria dos outros.
Joanna de Angelis
Psicografia de Divaldo Pereira Franco

sábado, 14 de julho de 2012

ONDE ESTÃO OS SEUS MÓVEIS?




Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do
Cairo no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito
simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
- E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.

"A vida na Terra é somente uma passagem...
No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente,
e esquecem-se de ser felizes." 

“NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL”...
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA...

Recebi essa mensagem de uma amiga muito amada e resolvi postar para dividir com todos pois é muito linda. Um final de semana abençoado para todos.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Viver com alegria




Saúda o dia nascente com alegria de viver aureolada pela gratidão a Deus.
Cada novo dia é abençoada oportunidade de crescimento espiritual e de iluminação interior.
Atravessar o rio dos problemas de uma para a outra margem, onde se encontram as formosas atividades de engrandecimento moral, é a tarefa inteligente da pessoa que anela pela conquista da felicidade.
Quando se abre a mente e o coração à alegria, é possível descobri-Ia em toda parte, bastando olhar-se para a Vida, e ei-la jubilosa...
Quando se adquire a consciência da responsabilidade, de imediato sente-se que se é livre, mas essa liberdade é sempre conquistada pela ação que se converte em bênção de amor.
Somente através do amor perfeito é que o ser humano pode considerar-se realmente livre de todas as amarras, mesmo que essa aquisição seja lograda, de alguma forma, através do sofrimento.
O sofrimento faz mal, no entanto, não é um mal, porque oferece os recursos valiosos para a aquisição do bem permanente.
Eis porque o trabalho de qualquer natureza deve ser realizado com o sentimento de amor, o que equivale a uma postura de liberdade em ação.
Quando o amor não está presente no sentimento, a alegria não se enfloresce, porque permanece sombreada pelas dúvidas e suspeitas, porquanto somente através do amor é que se adquire a perfeição, em face dos mecanismos de ação que movimenta.
Pessoas existem que afirmam não poderem amar porque não compreendem o seu próximo, tendo dificuldade em aceitá-lo conforme é. A questão, no entanto, é mais sutil, e deve ser formulada nos seguintes termos: porque não ama, torna-se difícil compreender, em razão dos caprichos egoísticos que dificultam a bondade em relação aos outros.
Quando o amor se instala, a alegria de viver esplende como resultado da própria alegria de ser consciente.
A alegria não é encontrada em mercados ou farmácias, mas nos recônditos do coração que sente e ama, favorecendo-lhe o surgimento como um contínuo amanhecer.
Basta que se lhe ausculte a intimidade, e ei-la triunfante sobre a noite das preocupações.
Em realidade, viver com alegria não impede a presença dos sofrimentos que fazem parte do processo da evolução. Pelo contrário, é exatamente por serem compreendidos como indispensáveis que proporcionam satisfações e bem-estar.
Sempre que possível expressa a tua alegria de viver.
*   *   *
Os sentimentos cultivados transformam-se em estímulos para as ações que se materializarão mais tarde.
Se permitires que a tristeza torne-se companheira frequente das tuas emoções, a melancolia em breve estará instalada nos teus sentimentos, tirando a beleza da existência.
Se te apoias à queixa contumaz, a tua será uma conduta amargurada, fazendo-te indisposto e desagradável.
Se optas pelo cultivo de ideais enobrecedores de qualquer natureza, o entusiasmo pela sua preservação fará dos teus dias um contínuo encantamento.
Se tens o hábito de encontrar sempre o melhor, quase invisível ou imperceptível, nos acontecimentos menos felizes, desfrutarás de esperança e de júbilos permanentes.
A existência física não é uma viagem miraculosa ao país da fantasia, mas uma experiência de evolução assinalada por processos de refazimento uns e outros de conquistas inevitáveis, que geram sofrimento porque têm a finalidade de desbastar os duros metais da ignorância e aquecer o inverno do primarismo...
É natural, pois, que a dor seja companheira do viajante carnal.
Quando jovem, tudo são expectativas, ansiedades, incertezas...
Quando na idade madura, a colheita de reflexos da juventude propicia, quase sempre, insatisfações e desencantos.
Quando na velhice, em face do desgaste, o aborrecimento pela perda da agilidade, da memória, da audição, da visão, da facilidade que era habitual, se manifesta...
Sempre haverá motivo para reclamação, porque cada dia tem a sua própria quota de aflição, que deve ser aceita com bonomia e naturalidade.
Com a alegria de viver instalada no imo, sempre haverá uma forma de encarar os acontecimentos, concedendo-lhe validade e dele retirando a melhor parte, como afirmou Jesus, aquela que não lhe será tirada, porque representa conquista inalienável para a mente e para o coração.
Adapta-te, desse modo, às ocorrências existenciais, alegrando-te por estares no corpo, fruindo a oportunidade de corrigir equívocos, de realizar novos tentames, de manter convivências saudáveis, de enriquecimento incessante...
A vida com alegria é, em si mesma, um hino de louvor a Deus.
Não te permitas, portanto, a convivência emocional com as manifestações negativas do caminho por onde transitas.
Observa as margens do teu caminho e rega-as, mesmo que seja com suor e lágrimas, a fim de que as sementes do Divino Amor que se encontram nelas sepultadas, germinem e transformem-se nas flores que adornarão a tua marcha ascensional.
Liberta-te, mesmo que te seja exigido um grande esforço, das heranças primárias, filhas da agressividade, do inconformismo, dos impositivos egoístas que te elegem como especial no mundo, e considera que fazes parte da grande família terrestre, sujeito como todos os demais às injunções dos mecanismos da evolução.
*   *   *
Alguém que cultiva a alegria de viver já possui um tesouro. Esparze-o onde te encontres e oferta-o a quem se te acerque, tornando mais belo o dia a dia de todos os seres com o sol do teu júbilo.
Se já encontraste Jesus, melhor razão tens para a alegria, porque envolto na Luz do mundo, nenhuma sombra te ameaça.
Serás, ao longo da vilegiatura carnal, o que te faças a cada instante, conforme o és, resultado do que te fizeste.
Alegra-te com a vida que desfrutas e agradece sempre a Deus a glória de saber e de amar para agir com acerto.

Joanna de Ângelis
Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na manhã
de 29 de maio de 2009, no G-19, em Zurique, Suíça.
Em 09.10.2009.