.

.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O valor do perdão







Sabemos da importância do perdão das ofensas, mas a dificuldade está justamente em perdoar o ofensor. Muitas vezes confundimos perdão com esquecimento o que torna a prática do perdão algo simplesmente impossível de se realizar, pois é impossível esquecer. Perdoar não é esquecer, mas revidar o mal com o bem. Só perdoa quem se sente ofendido; só pede perdão quem age como ofensor. Fora disto, o perdão é desnecessário. Seremos hipócritas se dissermos que não temos o que perdoar, pois em nosso estágio evolutivo o perdão é um exercício constante. A necessidade de perdoar não está somente em graves ofensas, mas simplesmente em enfrentarmos as diferenças no lar, entre cônjuges e filhos, irmãos e amigos. Respeitar as diferenças é um ato de perdão; agir com paciência também. Tudo aquilo que esteja relacionado com a aceitação do próximo é um exercício de perdão e ao tomarmos consciência disso, podemos estender o perdão a fatores de maior gravidade. O perdão não consiste em amar as pessoas, mas em não revidar contra elas. Se não pensam como nós, daremos passagem; se se trata de uma relação, analisaremos se o que a pessoa representa para nós é maior do que o ato que solicita o perdão. É a métrica mais precisa que haverá de sinalizar para nós o valor das nossas relações e preservar a nossa paz.

Por: André Ariovaldo

Um comentário:

  1. Oi Vera!
    Linda e simples (nem por isso mais fácil...) a explicação sobre o perdão. Veio em um momento muito importante onde enfrento problemas com familiares e me questiono como perdoar!
    Obrigada Querida Amiga!
    Beijos em teu coração.

    ResponderExcluir