Em Torno da Felicidade |
Em matéria de felicidade convém não esquecer que nos transformamos sempre naquilo que amamos.
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Quem se aceita como é, doando de si a vida o melhor que tem, caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser.
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A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação a felicidade que fizermos para os outros.
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A alegria do próximo começa muitas vezes no socorro que você lhe queira dar.
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A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exato na consciência tranqüila.
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Se você aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados complexos de culpa, comece a desejar a própria libertação, abraçando no trabalho em favor dos semelhantes o processo de reparação desse ou daquele dano que você haja causado em prejuízo de alguém.
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Estude a si mesmo, observando que o auto-conhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.
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Amor é a força da vida e trabalho vinculado ao amor é usina geradora de felicidade.
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Se você parar de se lamentar, notará que a felicidade está chamando o seu coração para vida nova.
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Quando o céu estiver em cinza, a derramar-se em chuva, medite na colheita farta que chegará do campo e na beleza das flores que surgirão no jardim. |
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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Sinal Verde.Ditado pelo Espírito André Luiz. 42a edição. Uberaba-MG: CEC, 1996. |
terça-feira, 29 de abril de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Prumo da consciência
Ninguém lhe escapa ao imperativo e podemos afirmar que fora da
autoeducação não há evolução. Essa medida será sempre o passo inicial na senda
do burilamento, o primeiro gesto do recomeço perante o erro, a meta essencial
de qualquer empreendimento de melhoria moral.
Indispensável o estudo em toda iniciativa de auto aperfeiçoamento. O
livro é a chave de luz da porta estreita de acesso aos Planos Superiores.
Vida constitui modificação e o maior fator de modificação da criatura é
o estudo. Quem lê adquiri ideias e ideais.
Ninguém possui simpatia, talento, inteligência ou conhecimento por
suposição. Qualidades morais ou intelectuais não são para confessar-se,
confessam-se. Sem suor de análise, não chegamos nem mesmo a entender-nos.
A cada ocorrência, notícia ou manifestação de que você se inteire, o
senso de vigilância em você se submete a uma prova.
Em tudo precisamos conjugar o verbo conhecer, segundo o raciocínio – o
prumo da consciência.
Inevitável saber andar, trabalhar, alimentar-se, dormir, sentir, pensar
e confiar raciocinadamente. Nunca fazer algo de modo mecânico, sem
discernimento.
E para julgarmos acertadamente os valores da vida e do Universo, o
Espiritismo nos coloca em mãos o metro da verdade. Sem ele a existência
terrestre, com toda a sua legião de tarefas e acontecimentos, fenômenos
experiências, tornar-se-ia ininteligível, ilógica, absurda.
A Doutrina Espírita pacífica o entendimento e asserena o coração,
infundindo ordem em nossos atos e atitudes. Para o Espiritismo, ninguém está
sem remédio, nenhum problema se demora insolúvel.
Necessário estudar para que venhamos a selecionar naturalmente as ondas
mentais que nos envolvem.
Toda ideia renovadora, na Terra, nasce de esforço sobre esforço e teve
por mãe, uma consciência; por berço, um corpo; por data, uma encarnação.
Hoje é o nosso front no eterno presente. O tédio é o
gêmeo do ócio.
O trabalho material será gradativamente reduzido ou eliminado na face do
Globo, haja vista as fabricas sem operários existentes na atualidade, mas a
supressão da faina mais rude não nos extinguirá a necessidade de aprimoramento
do espírito.
Estudemos, burilando-nos, sejamos os batedores da estrada para a Nova
Era.
(Do livro ‘Técnica de Viver’,
de Waldo Vieira, pelo espírito de
Kelvin Van Dine)
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Espíritas comemoram os 104 anos de nascimento de Francisco Cândido Xavier

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Amigo peço muita Luz e agradeço todo o auxílio recebido que possamos seguir seu exemplo de amor e caridade ao próximo, sinta-se muito amado. Foi um espírito iluminado que deixou seu exemplo de benevolência para todos nós.
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