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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Dia de Finados na Visão Espírita

Visitar o túmulo é a exteriorização da lembrança que se tem do espírito querido, é uma forma de manifestar a saudade, o respeito e o carinho. Desde que realizada com boa intenção, sem ser apenas um compromisso social ou protocolar, desde que não se prenda a manifestações de desespero, de cobranças de acusações, a visitação ao tumulo é saudável.
                                                                                                        Fonte: O Livro dos Espíritos-Allan Kardec




 ESPÍRITAS DIANTE DA MORTE

Toda religião procura confortar os homens, ante a esfinge da morte. A Doutrina Espírita não apenas consola, mas também alumia o raciocínio dos que indagam e choram na grande separação. Toda religião admite a sobrevivência.
A Doutrina Espírita não apenas patenteia a imortalidade da vida, mas também demonstra o continuísmo da evolução do ser, em esferas diferentes da Terra. Toda religião afirma que o mal será punido, para lá do sepulcro. A Doutrina Espírita não apenas informa que todo delito exige resgate, mas também destaca que o inferno é o remorso, na consciência culpada, cujo sofrimento cessa com a necessária e justa reparação. Toda religião ensina que a alma será expurgada de todo o erro, em regiões inferiores. A Doutrina Espírita não apenas explica que a alma, depois da morte, se vê mergulhada nos resultados das próprias ações infelizes, mas também esclarece que, na maioria dos casos, a estação terminal do purgatório é mesmo a Terra, onde reencontramos as consequências de nossas faltas, a fim de extingui-las, através da reencarnação. Toda religião fala do céu, como sendo estância de alegria perene. A Doutrina Espírita não apenas mostra que o céu existe, por felicidade suprema no espírito que sublimou a si mesmo, mas também elucida que os heróis da virtude não se imobilizam em paraísos estanques, e que, por mais elevados, na hierarquia moral, volvem a socorrer os irmãos da Humanidade ainda situados na sombra. Toda religião encarece o amparo da Providência Divina às almas necessitadas. A Doutrina Espírita não apenas confirma que o amor infinito de Deus abraça todas as criaturas, mas também adverte que todos receberão, individualmente, aqui ou além, de acordo com as nossas próprias obras. Os espíritas, pois, realmente não podem temer a morte que lhes sobrevém, na pauta dos desígnios superiores. Para todos eles, a desencarnação em atendimento às ordenações da Vida Maior é o termo de mais um dia de trabalho santificante, para que se ponham, de novo, a caminho do alvorecer.
Emmanuel
Do Livro: Justiça Divina
Psicografia: Francisco Cândido Xavier
Editora: FEB



Para o espírita, o culto aos mortos independe de um dia específico. No Evangelho Segundo o Espiritismo as preces que partem realmente do coração encontram ressonância no Espirito a quem nos dirigimos, independente da condição em que se encontram, sendo a maneira mais consciente e educada em homenageá-lo.

Com vibrações de muito amor e respeito vamos fazer preces aos nossos amados  que já partiram para a Pátria Espiritual pedindo ao mestre Jesus que os ampare conforme o merecimento de cada um pedir muita Luz a todos lembrando que os Espíritos atendem nosso pensamento nesse dia quanto em qualquer outro.

Paz e muito Amor a todos.
Vera Freire Palma




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